Facilidades x dificuldades

Viver vida

Nesta crônica você vai ler sobre os caminhos – que nós, meros mortais – podemos caminhar. Alguns podendo ser mais fáceis em relação a outros.

Pois bem, venho cá novamente colocar algumas palavras para conversar com você sobre como me chama a atenção o fato de que algumas pessoas escolhem coisas bem difíceis de alcançar e bem fazem, enquanto outras personalidades escolhem o que é mais fácil. Acredito que ambas estejam corretas, pois na vida não há caminho entre aspas certo ou errado. Caminhos são caminhos. E todos eles foram feitos para serem caminhados por alguém.

Meu blog não é de autoajuda muito menos é um de indicador de caminho, aqui é no máximo um espaço onde eu escrevo o meu ponto de vista e o deixo disponível para que você o leia, mais para fins de conversa mesmo.

Repito: todos os caminhos valem e nenhum é perdido exceto caminhos que ferem o próximo né, não me refiro a esse tipo de vida. Você já deve ter observado que quando você executou alguma atividade aquilo fluiu. De alguma forma deu certo com um esforço menor ou até sem pensar muito sobre aquilo (ou como fazê-lo). Aqui está um exemplo de facilidades na trajetória dos nossos dias. Eu comento desde atividades profissionais, hobbies, leituras, passeios e situações de maneira geral. Já observou também que tem coisas que nós buscamos fazer e que não dão certo? Ou até funciona, mas com um gasto enorme de energia, tempo e um saco grande de paciência que a gente gasta. Fora as vezes em que pensamos em abandonar o/a item/busca bem no meio! A coisa teve início, mas não teve fim. Haja paciência. 😩

Não tiro o mérito de quem buscou algo difícil e cruzou a linha de chegada realizando grandes feitos, muito pelo contrário! Mas se aprofundarmos na busca pela biografia dessa pessoa poderemos até ver que ela gostava da busca e encontrou relativa facilidade em continuar a jornada, mas como escrevi acima: “SE”. Como não vamos buscar, vou deixar esse comentário para outra publicação em um futuro sem data.

Eu sou um tanto curioso em relação as coisas, e desde 92 observo ativamente, escuto, questiono e tento entender sempre que possível o que se passa comigo e ao meu redor. Esse hábito de observar me possibilitou discernir sobre situações em que fiz uma tarefa com relativa facilidade enquanto outras foi arrasto ou até as deixei inacabadas.

Ouvi dizer que o cérebro do ser-humano realmente busca fazer o que lhe é mais conveniente, isto é, a opção que gastar menos energia e que também é mais fácil. Mas só ouvi dizer, não vem na minha pois não sou neurocientista.

E como um ser-humano geralmente é um pouco parecido com o colega, essas verdades que foram se aplicando à mim aplicam-se também aos outros. Tenho alguns exemplos de pessoas do dia-a-dia, que são próximas a mim e que optaram por um caminho de vida que elas se encaixaram naturalmente, enquanto outras pessoas essas não tenho o exemplo ficaram tentando caber em um lugar que não era seu. De verdade eu gostaria de dar nome aos bois e escrever aqui a história do meu amigo Will, do meu irmão Ricardo, do amigo João, Daniel, meu tio José Eduardo e deveras mais outras pessoas, mas hoje não vou consumir muito do seu tempo. Temos celebridades também, que foram por uma jornada mais viável. Ou seja, estas pessoas estão por todos os lugares, inclusive podendo ser você uma delas, me escreve nos comentários: você tem caminhado pelos lugares com mais facilidade ou tem pisado em trajetos mais dificultosos? Dado o seu contexto de realidade, é claro. Confesso que algumas vezes me coloco em desafios bem difíceis, mas aí é para me provar e me divertir, o que não é o objetivo dessa crônica. Falaremos sobre isso depois.

Mas Montania como saber se está fácil ou difícil para mim? – Ué, não sei. Só você poderá saber. O método que eu empreguei foi a observação com constantes consultas ao coração. Se estava difícil e o coração apertou talvez não era por lá que eu deveria estar. Enquanto noutras vezes o coração estava leve ou normal e as coisas foram se encaixando, aí sim eu tinha um caminho. Um exemplo prático é eu ter escrito essa crônica para você, não me considero um escritor mas sim um comunicador, não fiz nada além do que te transmitir uma ideia, isso é comunicar-se.

Bom, por hoje o objetivo foi esse: conversar um pouco com você sobre o que flui e o que não flui para nós e também sobre o hábito de observar-se um pouco. Pois agora vou servir um café, organizar alguns documentos no computador e escutar algumas músicas.

Te vejo nos comentário! Um abraço e até breve.

Com atenção, Gabriel Montania vulgo montanha.
Santa Catarina, Brasil.

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